Mulher no volante…

Mulher no volanteInfelizmente, o preconceito com relação a mulher no universo automobilístico ainda existe. E, embora elas estejam participando mais ativamente da decisão na hora da compra, geralmente são vistas como leigas quando o assunto se trata de mecânica automotiva e direção defensiva.

Surpreendente, uma pesquisa feita pela empresa Inglesa Unipart Automotive, as mulheres estão se destacando. A empresa fornecedora de peças automotivas, conta que a preocupação com a mecânica e o bom desempenho dos carros também parte do público feminino com a mesma frequência dos homens.

A pesquisa ainda apresenta dados interessantes. Foram entrevistados 2 mil homens e boa parte não sabia responder sobre as caraterísticas do automóvel: um terço desconhecia a localização do macaco e o compartimento em que se deve colocar água para refrigerar o motor, além disso, 19% não tinha ideia de como abrir o capô do carro.

Não é interessante? Agora ficou difícil dizer que mulher no volante é um perigo constante.

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A história do tuning

TuningAperfeiçoamento, sintonia, ajuste. Essas são algumas definições da palavra inglesa “tuning”, originada nos Estados Unidos por volta de 1950 e que hoje se estende em várias ramificações. Tornou-se mais popular com a ajuda da internet, possuindo adeptos pelo mundo todo.

Foi o estilo de “tuning” conhecido como Hot Rod que deu início a ideia de customizar carros tradicionais entre os anos de 1920 e 1930. Esses modelos eram modificados em sua grande maioria com motores V8 e pintados comumente com desenhos de chamas. Entre seus vários estilos estão: Hot Rod, DUB, Euro, Street, Xtreme, Donk, entre outros.

Embora seja erroneamente qualificado no Brasil como: mudanças extremas feitas em automóveis, qualquer alteração feita no automóvel pode ser classificada como “tunning”. A ideia é deixar o carro em “sintonia” com o dono. Ganhou força no país nos anos 70 e até hoje é visto por muitos como um estilo de vida.